Com três anos de estrada, a Cine recebeu o Prêmio Multishow de Melhor Grupo (concorreu com Skank, Titãs, NXZero e Restart) e acaba de lançar o DVD As Cores ao Vivo com 18 faixas e as inéditas A Praia, T.R.N.E., Play, Namora Comigo? e Um Lance, Não um Romance.
Ainda elétricos por causa do prêmio, Dh, Dan, Dave, Bruno e Dash trocaram ideia com o D+ e falaram sobre a nova fase e planos para o futuro. Confira também o vídeo no site do D+.
D+: O que os fãs significam?
Dan: São os maiores responsáveis por tudo. São essenciais para a Cine. Eles confiam na gente e a gente neles.A Cine está menos colorida?
Bruno: Antes tínhamos um rótulo, hoje vestimos o que gostamos e o que temos vontade. Isso não quer dizer que não usamos cores de vez em quando.O que mudou em três anos?
Dh: Desde o visual até o amadurecimento musical e de experiência de vida. Começamos a usar coisas diferentes nos shows, como sintetizador. As letras também são outras. Hoje somos uma banda.Como foi a gravação do DVD?
Dave: Melhor do que esperávamos. Não tínhamos certeza se a galera iria comparecer, mas foram mais de 3.000 mil pessoas.
Dh: Foi tão bom, que me emocionei em As Cores. Juntou a conquista de gravar um DVD e também a perda de uma pessoa da família naquela semana (em abril).
Clique aqui para conferir a notícia no site Diário do Grande ABC
sexta-feira, 03-09-2010 às 18:07 @ Comentários @ Por Mariana entrevista,news @ 714 palavras
Banda Cine conquista espaço no mercado
Grupo quer ir além da pecha de rock colorido. Músicos garantem que dominam a técnica, têm projetos de jazz e vieram para ficarO nome da banda é Cine. O rótulo – do qual eles já querem se livrar – é “rock colorido”, uma espécie de próximo passo do já ultrapassado gênero chamado emocore. A origem do grupo é a internet. O cabelo continua jogado para o lado e eles são um exagero em números. O clipe do hit Garota radical já teve mais de 7,5 milhões de acessos no Youtube. O primeiro álbum, Flashback, foi ouvido por mais de 70 mil internautas num único dia, o do lançamento no Myspace oficial.
Até hoje são os integrantes da banda que alimentam e atualizam as redes sociais. E por fazê-lo tão bem – entre outras vantagens – conseguiram um contrato com a Universal Music. A assessoria da empresa garante: eles estão no mesmo patamar que Zeca Pagodinho e Ivete Sangalo. A Universal é só elogios à banda. “Comprometidos” e “pioneiros do movimento rock colorido” são algumas das definições que a gravadora usa.
Um contrato, prêmios no Multishow e MTV, milhões de fãs, grana no bolso e a responsabilidade de lançar um novo momento no pop rock adolescente que trata temas menos densos. No lançamento do primeiro DVD, e segundo CD, As cores ao vivo, o que o Cine pensa sobre música? Quem responde é Dan, de 23 anos, guitarrista e um dos compositores da banda.
Além dos próprios instrumentos, o pessoal da banda toca outros?
Sou guitarrista e compositor. Componho bastante com piano, baixo e até na bateria. O DH compõe a melodia e a letra. A parte musical era sempre comigo. Hoje, o Pedro também participa da composição e é tecladista e DJ, mas toca tudo. O Dave, baterista, tocava baixo em outra banda antes e toca guitarra e violão, o Bruno toca guitarra. Todo mundo é meio multifuncional. Nos ensaios, tem uma hora emque a gente troca de instrumento para fazer uma jam.
Em uma escala de zero a 10, que nota você dá para a habilidade técnica do Cine?
A gente é uma banda bem entrosada. Recebemos vários elogios de organizadores e músicos mais velhos que assistem ao nosso show. Falam que a gente toca superbem. O Cine, como conjunto, se apresenta muito bem, todos tocam certinho. Nota 9, porque realmente a gente não vê falhas no show.
Desde quando você estuda música?
Toco guitarra desde os 14. Cheguei a estudar em um conservatório em São Paulo, mas pouco, só uns seis meses. Não tenho muita paciência para essa parte teórica e me virei estudando do meu jeito.
Quais são as influências do Cine?
Basicamente, por fazermos muita coisa eletrônica, a gente gosta de diferenciar nosso som. Ouvimos Daft Punk e bandas dos anos 80. Meu pai é tecladista. Cresci ouvindo de tudo, Duran Duran, A-Ha… Muita gente nem sabe, mas tenho um projetinho solo de lounge jazz. Gravo umas músicas tranquilonas, ouço bastante jazz, blues, MPB, bossa, rock, tudo.
Por que vocês fazem tanto sucesso?
O que deu o boom foi o visual que a gente trouxe ao Brasil: a tal banda colorida. Na questão sonora, colocamos o elemento eletrônico no rock, para quem não conhecia, foi diferente de tudo que estava rolando em 2009.E os planos para o futuro?
A gente brinca que daqui a 30 anos quer dar mais uma entrevista respondendo sobre o que vai rolar nos próximos 30. E chegar ao nível de um Skank ou Capital Inicial, que estão aí há muitos anos, sempre se renovando e sempre em evidência.
Clique aqui para conferir a entrevista no site.
sexta-feira, às 18:01 @ Comentários @ Por Mariana news @ 46 palavras
A banda foi confirmada no Ceará Music 2010. Para conferir, clique na imagem abaixo.
sexta-feira, às 17:22 @ Comentários @ Por Raquel random @ 83 palavras
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sexta-feira, às 17:11 @ Comentários @ Por Raquel Uncategorized @ 103 palavras


























